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Segurança

Como guardar os códigos de recuperação das suas contas

4 min de leitura Intermediário atualizado em 3 de setembro de 2026
Resposta rápida

São códigos de uso único que substituem o segundo fator quando você perde o celular. Gere nas contas principais — Google, Apple, e-mail, banco — e guarde impressos, em dois lugares diferentes. Nunca guarde apenas dentro do aparelho que eles existem para substituir.

Fonte oficial As instruções de verificação em duas etapas e códigos alternativos são do Google. Conferir em Ajuda da Conta do Google.

Verificação em duas etapas protege muito — e cria um risco novo: perder o celular passa a significar perder o acesso. Os códigos de recuperação existem exatamente para esse dia, e quase ninguém os gera antes de precisar.

1. O que são

Uma lista de códigos, cada um usável uma única vez, que entra no lugar do SMS ou do aplicativo autenticador. Servem quando o celular foi perdido, roubado, quebrado ou está sem sinal.

2. Onde gerar

Faça isso hoje, não quando perder o celular. Depois de perder, muitas contas só permitem recuperação por um processo lento — ou nenhum. É a hora errada para descobrir.

3. Onde guardar

O que não fazer: guardar só nas notas do celular, num e-mail para você mesmo (a conta que os códigos servem para recuperar), ou numa foto na galeria.

4. Boas práticas

A conta de e-mail é a chave de todas as outras. Se for proteger uma só, proteja essa: quem entra no seu e-mail redefine a senha de quase tudo o mais.

Perguntas frequentes

Para que servem esses códigos?

Para entrar na conta quando você não tem o segundo fator: celular perdido, roubado, quebrado ou sem sinal.

Posso guardar no celular?

Não como única cópia. Eles existem justamente para o caso de você ficar sem o aparelho.

Cada código serve várias vezes?

Não, cada um é de uso único. Quando restarem poucos, gere uma lista nova.

Qual conta proteger primeiro?

O e-mail principal. Quem entra nele consegue redefinir a senha de quase todas as outras contas.

Conteúdo educativo. O TÁ EXPLICADO não é instituição financeira nem escritório de advocacia. Em caso de dívida alta ou situação complexa, procure o Procon da sua cidade ou um advogado.